terça-feira, 12 de setembro de 2006

AMOR ETERNO...


Sempre acreditei (e ainda acredito) que cada pessoa tenha sua “alma gêmea”, seu amor pra vida toda... E que, com essa pessoa se vive os melhores momentos da vida, e também aqueles momentos que não são tão bons assim; as confidências, os desejos, as ambições; as vitórias, as derrotas, os dias de chuva e de sol; as festas, os porres, as festas que são um porre, almoço de domingo, família no natal. Alguém com que a gente pudesse escolher um cachorro, cortar a grama e lavar o carro no sábado de tarde; pizza com os amigos, viajar nas férias, escolher dentre tanto o nome dos filhos... e neles depositar nosso amor, nossa união, nosso desejo em estar sempre juntos...
Quando olho pra trás, e vejo as coisas pelas quais passei (passamos), sinto que levei isso demais ao pé da letra... e pensando no meu amor – que eu sabia que era eterno – esqueci que planejar a eternidade começa em viver a intensidade do momento... Que só chegamos ao fim do dia, passando pelas horas, pelos minutos, pelos segundos... Que só se chega ao milésimo passo, começando pelo primeiro...
Errei...
Erramos...
Caímos...
Levantamos e continuamos insistindo no mesmo erro...
Na verdade acho que não quis enxergar que a vida acontece HOJE, e não amanhã... Que a FELICIDADE não é nada mais que os pequenos momentos de alegria que vivemos cotidianamente, e que não é infinita... mas pode ser intensificada com o cuidado e zelo diários! Que se a plantinha não é regada e cuidada todo dia, acaba secando e morrendo...
Assim vivi meus dias... Insistindo em viver um amor que julgava ser o meu grande amor, e que me traria a tão sonhada felicidade!!!
Enfim, a tempestade passou... Vejo o sol (LINDO!) lá fora, e consigo divisar as coisas de forma bem mais clara agora! Não deixei de acreditar na eternidade do amor, mas passei a apreciar a intensidade do momento como forma de alcançá-la...
Será que estou errando novamente? Pode ser... Mas assim ando vivendo meus dias muito mais felizes... Mesmo que seja uma alegria passageira... Ao menos não é mais apenas uma esperança de felicidade!!!
Hoje choveu... chuva rápida, passageira... mas nos segundos em que ela apareceu, fez com que as pessoas corressem pra se esconder dela! Nos poucos instantes em que apareceu, o fez com sua intensidade...
...E com esse mesmo sentimento eu a apreciei...

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

"Eu não to aqui pra sofrer... Vou sentir saudade pra quê???? QUERO SER FELIZ!!!"

Já cheguei a pensar que - de certa forma - eu era "movida" pela tristeza, pela angústia... Passei tanto tempo com esse aperto no peito que ele já era parte de mim, eu me confundia com ele: na verdade éramos um só! E com isso, acabei achando que meu futuro estaria condenado a chorar e esperar por alguém que não merece sequer um sorriso meu, aunto menos uma lágrima!

CANSEI!

Fui ao fundo... quando achei que não tivesse mais pra onde ir, caí mais ainda...
Enfim acordei (pra vida, pra mim)!
Tive de fazer escolhas... fechar algumas portas (e jogar a chave fora!!!), abrir outras, me desfazer de alguns laços... Mas principalmente jogar fora os resquícios de esperanças - vãs - que ainda tinha dentro de mim!
E enfim, após ir do "paraíso ao inferno", creio finalmente estar de volta ao caminho do meu paraíso pessoal!

FINALMENTE!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ah, e embora esse post tenha um ar de desabafo, um pouco melancólico até, enfim posso afirmar com uma convicção que há tempos não tinha (e que foi recuperada junto com minha auto estima):
ESTOU MUITO FELIZ...
e no caminho certo!!!

quarta-feira, 19 de julho de 2006

A saudade mais dolorida...


"... a saudade mais dolorida é a saudade de QUEM SE AMA.
SAUDADE DA PELE, DO CHEIRO, DOS BEIJOS.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ele para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ele continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ele tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupado, se ele tem assistido as aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a pagina do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando o MC Donald's, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias...
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ele está com outra, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer..."

(Martha Medeiros)

segunda-feira, 22 de maio de 2006

Espera...

Espera...
...
...
Longa espera...
...
Doída espera...
...
...
Minha espera...
Minha...
... esperança!!!

terça-feira, 16 de maio de 2006

Incômodo...


A felicidade alheia incomoda as pessoas...
Triste chegar a essa constatação...
Na verdade sempre soube disso, mas meu olhar “bom” sobre as pessoas me impedia de concretizar que essa vaga idéia podia ser verdade...
Cheguei a essa conclusão de uma forma um pouco dura... Mas já devia estar acostumada. Não é a primeira vez que me decepciono com as pessoas (lê-se “amigos”- aspas propositais!!!)
Se estou feliz ou triste, braba ou na paz, não consigo esconder. Minha personalidade (incômoda) me faz ser transparente... Meus segredos carrego no coração, mas meus sentimentos, estão estampados em meu rosto. E em minhas atitudes.
Mas...
Minha alegria incomoda!
Minha tristeza incomoda!
Minhas palavras incomodam...
EU incomodo!!!
Eu... eu... eu...
Acho que é essa a resposta!
Preciso parar de pensar minha vida sempre no NÓS, e pensar mais no EU.
Digo NÓS, pois tudo ao meu redor faz parte de mim, o que me impede de pensar no EU somente... agrego tudo e soluciono com um NÓS...
Minha vida é compartilhada...
Minhas alegrias e tristezas são compartilhadas...

MAS MINHA VIDA INCOMODA!!!

Que pena...
Pensarei em mim!
Falarei por mim!
Meus sentimentos ficarão guardados em mim, e só serão compartilhados quando enfim eu souber escolher meus amigos (os últimos – com raríssimas exceções – vieram com um item de série que não me agradou muito: O PUNHAL).
E aprenderei, enfim, a não deixar que meus sentimentos e alegrias incomodem a patética e sombria vida alheia...
Serei uma folhagem...
Uma folhagem não, uma rosa...
Linda...
E cheia de espinhos!
(MEUS! Só meus!!! E quem ousar toca-los, se machucará... Como eu me machuquei!)

Plantas também incomodam...


segunda-feira, 8 de maio de 2006

Dias nublados...


Não gosto de dias nublados...
Gosto da chuva, pela sensação de “renovação” que me dá...
E gosto dos dias de sol, pela pura e simples presença do grande astro...
Mas os dias nublados, cinzentos... Esses me deixam com um aperto tão grande no coração que fico na esperança e expectativa de que o dia passe logo.
Pode ser apenas coincidência, mas os momentos mais difíceis pelos quais passei em minha vida aconteceram em dias assim: cinzentos.
Ontem estava nublado...
Acordei, abri a janela e senti aquele vento e o ar cinza vindo lá de fora... e um princípio (ou seria final, já?) de serração pairando no ar...
Antes que a angústia tomasse conta de mim, voltei correndo para baixo das cobertas, onde julgava que estaria mais “segura”, na esperança que aquela névoa passasse e um sol – mesmo que tímido – surgisse do meio daquela imensidão cinza.
Mal sabia eu que aquele era o prenúncio de mais um dia imensamente sombrio em minha vida...
Relutei o mais que pude pra sair de minha cama... Já ouvia lá embaixo as agitações típicas de domingo: conversas altas, barulho doas carros da corrida de Fórmula 1 na TV, o som das crianças rindo e correndo nas calçadas...
Então levantei!
Em dias nublados costumo ser totalmente anti-social (contrariando minha própria profissão... contrariando a mim mesma!!! Eu e minhas contradições....), e já previa que meu humor não seria dos melhores: muita gente em casa e a necessidade de ter de ser simpática quando não quero são coisas que não me agradam muito.
Até que um telefonema – um único e vazio telefonema – terminou com completar (e ao mesmo tempo amenizar) a angústia que estava em meu peito. Amenizar no sentido de enfim saber o motivo daquele dia nublado!
A música da Legião Urbana, banda que “acompanhou” nossa velha turminha nos bons e passados tempos de São Borja, surgiu em minha mente como um raio que corta a escuridão do céu...
“É tão estranho... Os bons morrem jovens...”
Imediatamente lembrei da conversa que tive com o Diego – a última – ainda essa semana, quando pedi que tomassem cuidado, pois eu estava fazendo auto-escola: “pelo amor de Deus, quando tu vier a São Borja me avise o carro que vai estar dirigindo, para eu passar bem longe de ti.... Tenho muito o que viver ainda...” . E terminou essas palavras rindo... como sempre fazia...
Realmente, amigo! Tinhas muito o que viver...
Tantos sonhos, tantos planos, uma carreira tão linda que ia se construindo pelos teus esforços, pela tua dedicação e empenho em crescer, em querer muito – e mais – para a tua vida!
Daquela nossa velha turminha, cada um trilhou um caminho... Em busca de nossos sonhos e ideais, fomos atrás do que queríamos de fato VIVER... e, com isso, a distância acabou por nos afastar – um afastamento físico apenas, pois sei que no íntimo de cada um de nós havia uma pequena chama, ainda acesa, que nos remetia ao passado e nos fazia dar um sorriso e deixar um suspiro sair, como se dissesse: “Que saudade!”.
Conseguimos nos reunir de novo. Pelo menos parte da turma. E acredito que, onde tu esteja, deve ter deixado a saudade tomar conta de ti, e abrir o teu lindo sorriso... e deixaste escapar um suspiro...
Estávamos todos ali, juntos novamente! Nos despedindo de ti...
Aquela chama de saudade que sempre esteve em meu coração agora ganhou uma intensidade diferente... uma saudade diferente... e doída! E a turma... a turma vai estar sempre ali – com uma luz a menos no nosso meio, mas certamente com alguém que irá interceder por nós nos momentos mais difíceis!
Assim me despeço de ti, amigo!
E, como não podia ser diferente, relembrando nossas noites de cantoria na sacada de minha casa em São Borja, onde invadíamos a madrugada cantando as músicas que enalteciam nossa branda rebeldia adolescente, minha despedida é em tom de Legião Urbana...
“É tão estranho...
Os bons morrem jovens!
Assim parece ser quando me lembro de você,

que acabou indo embora cedo demais...
Eu continuo aqui, com meu trabalho e meus amigos,

e me lembro de você em dias assim: um dia de chuva, um dia de sol...
E, o que sinto, não sei dizer...
Vai com os anjos...
Vai em PAZ!”
E que essa nuvem cinzenta que tomou conta de meu coração passe logo...

Que venha a chuva, em sua magnitude, lavar a dor que assola minha alma...
Para então, ressurgir o sol, e trazer a paz de espírito que preciso!

Mas hoje, novamente, o dia foi nublado...
Sinal de que esta ferida talvez demore um pouco pra cicatrizar...

quinta-feira, 4 de maio de 2006

"Aprendi com a primavera a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira!"
Cecília Meirelles.

quarta-feira, 3 de maio de 2006

MULHER...

"Sou louca...
Sou má...
Fera ferida e irracional se falar de mim...
Sou um ser humano insano, se não respeitar quem sou!
Tenho toda a beleza e a simplicidade se me amar assim...
Sou delicada se delicados são os gestos que me oferecem...
Sou culta, amável e elegante, se reconhecer minhas qualidades e meus defeitos de mulher...
Não visto riquezas para não confundir minhas ambições!
Sou ambiciosa sim, porque estou viva e sonho com realizações, aplausos e glórias pelas minhas vitórias!!!
Não ouso méritos que não tenho, pois temo não ser eu mesma...
e morrer bem antes daqueles que duvidam de mim...
Não, não ria, pois teu sorriso me provoca...
E vou te provar que posso ser mais que aparento...
E você sabe que sou capaz!!!
Mas isso só vai me tornar cada vez menos eu,
pois te agrido e te humilho com a minha vitória...
e isso não me diz nada!!!
Porque te vencer já não é vencer para mim...
Te superar não é me satisfazer...
Por isso,
me aceita assim...
Me olhe como eu sou, para que eu possa te olhar como és!
Sem desprezos nem desejos de te vencer e te provar que posso ser melhor.
Só quero ser mulher e exigir meu reconhecimento como tal!
Sou a metade desse mundo machista...
Sou bela...
Sou humana...
Sou flor...
Sou simplesmente MULHER!!!
Se me tratar assim, como eu sou!"

Não sei quem é o autor, mas gosto muito desse poema...

segunda-feira, 1 de maio de 2006

PRINCÍPIOS...

Cada pessoa tem suas visões, suas "teorias" sobre FAMÍLIA, AMIZADE, AMOR... e são essas visões, infinitamente pessoais, apesar das influências externas, que regem os caminhos de cada um, que guiam cada passo a ser dado, de forma inconsciente...
Venho repensando alguns conceitos - MEUS - que, ao longo de minhas experiências foram se tornando tão parte de mim que acabaram por nortear minha vida, meus pensamentos (e ações). Princípios, claro, baseados inicialmente nas visões que trago de minha família, mas que se "aprimoraram" com minhas vivências...
Experiências as vezes não tão boas, mas certamente vividas com muita intensidade. TODAS.
Acho que esse pode ser um de meus grandes defeitos, ou uma grande virtude: vivo tudo com muita intensidade... Seja dor ou alegria, amor ou ódio, vida ou morte...
Talvez esse seja um bom começo para rever meu princípios: a intensidade com que vivo as coisas...
No momento, estou vivendo intensamente - e amando - escrever... Tornou-se objeto de meu desejo... e vem me trazendo algumas alegrias...
Por ora, vou contendo essa minha ânsia em escrever, e fico com a definição filosófica de princípio(sim, eu leio dicionários!!!)... "verdade fundamental sobre a qual se apoia o raciocínio"...
É essa verdade que busco!
A minha verdade... que sei que não se perdeu, mas está guardada em algum lugar dentro de mim...
E vou encontrá-la...
E vivê-la com extrema intensidade...

Realmente, acho que deixarei a intensidade com que vivo as coisas para ser repensanda por último - e se sobrar tempo!!!

domingo, 30 de abril de 2006

METADE


Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.
Que a música que eu ouço ao longe seja linda, ainda que triste.
Que a mulher que eu amo seja sempre amada, mesmo que distante.
Porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos. Porque metade de mim é o que eu ouço, mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço...
Que essa tensão que me corroe por dentro seja um dia recompensada.
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste,que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita em meu rosto o doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância. Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito.
E que o teu silêncio me fale cada vez mais.
Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba,
e que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer.
Porque metade de mim é a plateia e a outra metade, a canção.
E que minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.

Oswaldo Montenegro

Do paraíso ao inferno...


Não tenho uma justificativa plausível para a criação desse blog... Somente a necessidade de expressar meus sentimentos, minhas reações fente às loucuras desta vida, minhas questões e inquietações... ou ao menos a tentativa de tentar encontrar as respostas que procuro...
Talvez seja um discurso só...
Pode ser que ninguém saiba da existência dele, ou então todos saibam! Isso ainda não está definido! Assim como eu...
Como a vida sou instável, tenho meus altos e baixos, meus momentos de extrema razão e meus momentos passionais (embora sejam esses que me conduzem na maioria das vezes...).
A escolha pelo blog e não pelo tradicional "diário" é o fato do meu gosto pelo público, pela platéia, pelos aplausos... ou vaias...
... e também pelo medo do esquecimento...
Bom, assim sou eu: um misto de contradições, de impulsividade... Seria perfeita para uma análise de tese de doutorado para um psicólogo...
Mas decidi escrever quando ouvi de alguém que há muito não via, mas que sempre esteve em meu coração: "... fui do paraíso ao inferno contigo..."
Do paraíso ao inferno...
... INFERNO...
... PARAÍSO...
Qual o limite?
O que os separa?
Onde está a plaquinha de "PARE", onde entramos na aduana, para migrarmos para o outro lado?
Isso me leva a escrever... a tentativa de não fazer novamente com que meu paraíso seja o inferno de alguém...
... ou, ao menos, tentar amenizá-lo!
E, assim, não permitir que as coisas apenas passem por mim...
... e eu por elas!