quarta-feira, 30 de junho de 2010

Amor X Liberdade


Recebi esse email essa semana... Acho que se encaixa perfeitamente em meu atual momento livre, mas cheia de amor!
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"Este é todo o problema dos seres humanos: AMOR e LIBERDADE.
Essas duas palavras são as palavras mais importantes da linguagem humana!
É muito fácil escolher uma só...
Escolher o amor e abandonar a liberdade!
Mas então você sempre será perseguido pela liberdade, e ela destruirá o seu amor....
O amor parecerá ser contra a liberdade. Como você pode abandonar a liberdade?
Ela não pode ser abandonada, mesmo pelo amor.
Aos poucos você ficará saturado do amor e começará a se mover para o outro extremo.
Um dia você deixará o amor e correrá em direção à liberdade.
Mas apenas para ser livre e sem amor, como você poderá viver?
O amor é uma necessidade enorme.
Ser amado e amar é praticamente um respirar espiritual.
O corpo não pode viver sem a respiração, e o espírito não pode viver sem o amor.
Dessa maneira, você se move como um pêndulo – da liberdade ao amor, do amor à liberdade.
Assim, a roda pode continuar por muitas vidas, e é justamente assim que ela tem continuado.
Chamamos a isso de roda da vida.
Ela fica girando, o mesmo raio de roda subindo, descendo...
A libertação vem quando você atinge uma síntese entre o amor e a liberdade.
Escolha o paradoxo, não escolha as alternativas que o paradoxo lhe deu!
Escolha todo o paradoxo!
Não escolha um, escolha ambos, escolha-os juntos.
Entre no amor e permaneça livre.
Permaneça livre, mas nunca torne sua liberdade contrária ao amor."

terça-feira, 29 de junho de 2010

O presente é o instante em que a roda do automóvel
em alta velocidade toca minimamente o chão.
E a parte da roda que ainda não tocou,
tocará num imediato que absorve
o instante presente o torna-o passado.
Eu. viva e tremeluzente como os instantes,
acendo-me e apago,
acendo e apago,
acendo e apago.

Clarice Lispector

segunda-feira, 14 de junho de 2010

"E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente, uma vontade de se ver..."

terça-feira, 8 de junho de 2010

Não tenho a frequencia de um jornalista, tenho o sentimento de uma Relações Públicas, com necessidades e ambições muito cristalinas, latentes... Não escrevo por necessidade, como quem escova os dentes pela manhã... E sim pela paixão que a escrita me envolve! Assim como minha música, assim como minha vida!
Nada em mim é constante... Não costumo pensar no amanhã! Minha constância está em ser feliz, e felicidade se resume no quão felizes ficamos com o que fazemos!
Vivo... Simplesmente!
E me apaixono.... diariamente!